• Home
  • Quem Somos
Clube da Baladeira
  • Home
  • Quem Somos
  • Manaus
  • Memórias
  • Política
  • Pet
  • Contato
No Result
View All Result
  • Home
  • Quem Somos
  • Manaus
  • Memórias
  • Política
  • Pet
  • Contato
No Result
View All Result
Clube da Baladeira
No Result
View All Result
Home Memórias

VIAGEM NO TEMPO

Baladeira by Baladeira
17 de fevereiro de 2025
in Memórias
0
VIAGEM NO TEMPO
Share on FacebookShare on Twitter

Num desses sábados de setembro passado, antes de ir para a minha podóloga, sai de casa com a tarefa de pegar um exame médico no laboratório que fica na Ramos Ferreira, em frente a tradicional Casa da Criança. Na saída pela área de estacionamento do laboratório, ao levantar os olhos em direção ao outro lado da rua, dei de cara com a Capela da Medalha Milagrosa, que faz parte do complexo da Casa da Criança. Fui levado a uma viagem gostosa de volta à minha adolescência, vivida ali bem pertinho da Capela, na avenida Getulio Vargas, ao lado da Vila Mimi.

A casa onde morei por mais de 20 anos já não existe mais – foi demolida. A Vila Mimi continua lá e tem tudo a ver com essa boa lembrança. Depois de muita conversa e de superar alguns fortes concorrentes, arrumei uma linda namorada que morava exatamente nessa Vila Mimi. Começamos a namorar ao som da música “üm chopp para distrair” de Paulo Diniz, no salão do Bancrevea Clube, onde muitos jovens e adolescentes da minha geração se encontravam e se apaixonavam aos domingos.

A bronca naquele momento era o fato de que a namorada conquistada ainda não tinha completado 15 anos e o pai era muito brabo. Delegado da linha dura da polícia civil daquela época, a fera dizia que filha dele só ia namorar depois de completar 15 anos e não arredava o pé dessa ideia. Para aumentar a pressão, a mãe da namorada, que nos dava uma certa cobertura, costumava tocar o terror com o recado – se teu pai ti pega, apanha os dois. Do lado de cá, meu pai, que era amigo da fera, desconfiado do namoro também já tinha me chamado e dado o seu recado: – se o pai dela descobrir, o problema é todo teu.

Eram outros tempos. Como não adiantava arriscar e enfrentar a fera, a saída era arrumar jeito de namorar escondido e esperar os 15 anos chegar, o que não demorou muito. Uma das estratégias usadas era acordar cedo para assistirmos juntos a missa aos domingos que acontecia na Capela da Medalha Milagrosa. Não lembro do nome do padre da capela e de nenhum dos sermões. Só lembro e garanto que o domingo começava para nós bem cedo e feliz. Vez ou outro, quando a fera deixava a namorada sair, terminávamos o domingo dançando juntinhos no salão do Bancrevea ou do Cheik Clube. Tempos bons, tempos inesquecíveis.

Baladeira

Baladeira

Next Post
CIDADANIA & OMISSÃO

MANDATOS - Limitar para renovar e oxigenar a democracia.

CIDADANIA & OMISSÃO

DESLEALDADE e DESVALORIZAÇÃO do mandato

CARTA AOS VEREADORES – Bueiros sem tampa…

Ruas esburacadas são armadilhas mortais no trânsito.

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

CATEGORIAS

  • Manaus
  • Memórias
  • Pet
  • Política
  • Sem categoria

RECOMENDADOS

RUA dos SOLAVANCOS – enfim revitalizada…
Manaus

RUA dos SOLAVANCOS – enfim revitalizada…

20 de outubro de 2022
CARTA AOS VEREADORES – Bueiros sem tampa…
Manaus

Ruas esburacadas são armadilhas mortais no trânsito.

11 de julho de 2025

TAGS

amizade politica eleição oportunismo político política ruas esburacadas traição política
Clube da Baladeira

Informações diretas de Manaus, o coração da Amazônia.

© 2022 - www.clubedabaladeira.com.br

  • Home
  • Blog
  • Quem Somos
No Result
View All Result
  • Blog
  • Clube da Baladeira
  • Contato
  • Quem Somos

© 2022 - www.clubedabaladeira.com.br