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VIAGEM NO TEMPO

Baladeira by Baladeira
17 de fevereiro de 2025
in Memórias
0
VIAGEM NO TEMPO
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Num desses sábados de setembro passado, antes de ir para a minha podóloga, sai de casa com a tarefa de pegar um exame médico no laboratório que fica na Ramos Ferreira, em frente a tradicional Casa da Criança. Na saída pela área de estacionamento do laboratório, ao levantar os olhos em direção ao outro lado da rua, dei de cara com a Capela da Medalha Milagrosa, que faz parte do complexo da Casa da Criança. Fui levado a uma viagem gostosa de volta à minha adolescência, vivida ali bem pertinho da Capela, na avenida Getulio Vargas, ao lado da Vila Mimi.

A casa onde morei por mais de 20 anos já não existe mais – foi demolida. A Vila Mimi continua lá e tem tudo a ver com essa boa lembrança. Depois de muita conversa e de superar alguns fortes concorrentes, arrumei uma linda namorada que morava exatamente nessa Vila Mimi. Começamos a namorar ao som da música “üm chopp para distrair” de Paulo Diniz, no salão do Bancrevea Clube, onde muitos jovens e adolescentes da minha geração se encontravam e se apaixonavam aos domingos.

A bronca naquele momento era o fato de que a namorada conquistada ainda não tinha completado 15 anos e o pai era muito brabo. Delegado da linha dura da polícia civil daquela época, a fera dizia que filha dele só ia namorar depois de completar 15 anos e não arredava o pé dessa ideia. Para aumentar a pressão, a mãe da namorada, que nos dava uma certa cobertura, costumava tocar o terror com o recado – se teu pai ti pega, apanha os dois. Do lado de cá, meu pai, que era amigo da fera, desconfiado do namoro também já tinha me chamado e dado o seu recado: – se o pai dela descobrir, o problema é todo teu.

Eram outros tempos. Como não adiantava arriscar e enfrentar a fera, a saída era arrumar jeito de namorar escondido e esperar os 15 anos chegar, o que não demorou muito. Uma das estratégias usadas era acordar cedo para assistirmos juntos a missa aos domingos que acontecia na Capela da Medalha Milagrosa. Não lembro do nome do padre da capela e de nenhum dos sermões. Só lembro e garanto que o domingo começava para nós bem cedo e feliz. Vez ou outro, quando a fera deixava a namorada sair, terminávamos o domingo dançando juntinhos no salão do Bancrevea ou do Cheik Clube. Tempos bons, tempos inesquecíveis.

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